Pesquisa divulgada no início da noite afirma que Bolsonaro deve ‘perder de lavada’ por conta da inflação e de sua desaprovação recorde de 59%

Pesquisa ISTOÉ/Sensus mostra LULA (PT) liderando a corrida para a eleição presidencial e Bolsonaro mal avaliado, sendo “ruim” ou “péssimo” para 44,8% dos entrevistados e com alta rejeição (53,9%) e desaprovação (59%) recorde de seu governo. Nenhum candidato com uma rejeição tão alta consegue se eleger na segunda rodada da votação, diz o presidente do Instituto, o cientista político Ricardo Guedes, acrescentando que “abaixo de uma avaliação positiva de 40%, o desempenho de um candidato torna sua candidatura inviável”. “Com o atual quadro, LULA poderia ser eleito no primeiro turno se a eleição fosse hoje”, disse. A revista diz que o “calcanhar de Aquiles desta campanha eleitoral será a economia. E, nesse campo, Bolsonaro deve perder de lavada“.

O governador de São Paulo, João Doria, apareceu empatado tecnicamente e dentro da margem de erro com Ciro Gomes. Em quinto, está o deputado André Janones (Avante), com 2%. Depois vêm Vera Lucia (PSTU), com 1,1% e Simone Tebet (MDB), com 0,8%. Ricardo Guedes afirma que esses números dão a LULA a marca de 50,8% dos votos válidos, tirando-se da conta os 7,8% dos votos brancos/nulos e 7,1% dos que disseram não saber ou não responderam em quem pretendem votar.

No segundo turno, LULA venceria todos os seus oponentes, diz a revista. O ex-presidente também é o preferido pelos eleitores para vencer a eleição, mesmo entre os que não votarão nele. A pesquisa apontou que 52,7% dos entrevistados dizem acreditar que ele será eleito presidente, enquanto apenas 31,2% acham que Bolsonaro deve ser reeleito.

O levantamento foi feito sem o ex-juiz parcial, Sergio Moro, e ouviu 2 mil eleitores em 108 municípios de 24 estados, no período de 8 a 11 de abril. A margem de erro é de 2,2% para mais ou para menos e a pesquisa tem registro no TSE sob número 01631/2022.

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