A Enel Distribuição Goiás está, mais uma vez, classificada entre as piores concessionárias de energia elétrica do Brasil. É o que aponta um levantamento feito pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A pesquisa mostra que a empresa teve o terceiro pior desempenho entre 29 companhias de grande porte avaliadas em 2021.

A empresa teve a mesma classificação da antiga Celg Distribuição (Celg D) em 2020. No entanto, houve uma piora no indicador de duração das interrupções. Goiás ficou sem energia em média 18,75 horas em 2021, ante 16,48 horas no ano anterior. O limite estabelecido pela Aneel é de 12,58 horas.

O cálculo da Aneel mostra que o fornecimento de eletricidade permaneceu disponível por cerca de por 99,86%, na média nacional, com 11,84 horas no escuro, em 2021. Uma diferença de mais de seis horas em comparação com a concessão do grupo italiano em Goiás.

A classificação é elaborada com base no Desempenho Global de Continuidade (DGC). Se forma a partir da comparação dos valores apurados anualmente tanto para a duração das interrupções (DEC) quanto para a frequência em que elas ocorrem (FEC) em relação aos limites estabelecidos, conforme a agência.

Melhores colocadas Das empresas de grande porte do País, entre as melhores colocadas no ranking de continuidade, estão a Companhia Energética do Rio Grande do Norte (Cosern), em primeiro lugar, seguida pela Energisa Tocantins e pela Energisa Paraíba. A distribuidora que mais evoluiu em 2021 foi a Light (RJ), com um avanço de dez posições. Já a que mais regrediu foi a Equatorial MA, que registrou queda de 20 posições em relação a 2020.

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